A América Latina possui suas veias abertas à matriz neoliberal, alinhando políticas econômicas e sociais aos interesses das econômicas centrais, reforçando sua posição periférica e distanciando-se das lutas sociais. Este cenário desafia a proteção social, especialmente diante da ascensão de forças ultraneoliberais e neofascistas. A obra ora apresentada analisa como a alternância de governos progressistas e conservadores e as inferências das agências multilaterais impactam a proteção social latino-americana.
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